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24 de julho de 2020

Guarujá: moradias para áreas de risco

 | Jornal Acontece

Prefeitura e CDHU celebraram,convênio para a construção das unidades habitacionais e urbanização de espaços. Previsão é de mais de R$ 500 milhões em investimentos

 

O prefeito de Guarujá, Válter Suman, e o presidente da CDHU Reinaldo Iapequino, assinaram nesta quinta-feira (23), convênio para um novo empreendimento habitacional que propiciará a construção de 900 moradias para famílias que vivem em áreas de risco da Vila Baiana, Vila Júlia e Jardim Três Marias. O projeto é fruto de parceria entre o Município e o Governo do Estado, por meio do Programa Litoral Sustentável, inclui a realocação de famílias em área de risco.

As famílias que precisarem ser realocadas irão para as 900 unidades que serão erguidas na esquina das avenidas Lydio Martins Correia e Antenor Pimentel, no bairro Morrinhos. Só do Morro da Vila Baiana devem ser retiradas cerca de 500 famílias, que hoje moram em locais de risco para deslizamentos, de acordo com mapeamento realizado pelo IPT e a Defesa Civil.


Urbanização

O projeto não é voltado somente à remoção de pessoas que estejam em áreas de risco. Ele também prevê a urbanização das áreas que tenham condições de receber melhorias em infraestrutura como distribuição de água, coleta de esgoto, controle de água das chuvas e sistemas de contenção de deslizamentos.
Na prática, os bairros seguirão existindo, mas de forma urbanizada e regularizada. Para garantir que não haja um repovoamento do local, entrará o trabalho de recuperação ambiental, com o replantio das espécies nativas que foram removidas no processo de invasão para a construção das edificações.

O prefeito Válter Suman classificou o projeto como uma verdadeira revolução na história da Cidade. “Tanto do ponto de vista habitacional como social e ambiental, com a solução de problemas que há décadas afligem a nossa população”.

 

Quadro

Programa impactará 2.000 famílias, entre moradores da Vila Baiana, Vila Júlia e Jardim Três Marias, comunidades que estão localizadas na Serra de Santo Amaro.

Serão R$ 530 milhões para a construção das novas unidades, e também para urbanização de espaços que ainda poderão continuar habitados. .

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