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22 de outubro de 2021

5 dicas do livro “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”

 | Jornal Acontece

O best-seller “Casais inteligentes enriquecem juntos”, Gustavo Cerbasi nos presenteia com uma obra-prima sobre finanças e relacionamentos.

Nele, o autor discorre de uma das maiores causas de divórcio no Brasil: as finanças.

Cerbasi fala sobre como as finanças afetam a vida do casal, os principais problemas gerados pelo dinheiro e as possíveis saídas para harmonizar a situação.

Então vamos lá, as 5 principais dicas de seu best-seller!

 

1 – Perfis financeiros

Antes de começar o matrimônio, é importante saber o perfil financeiro de seu cônjuge.

Os noivos provém de famílias diferentes que funcionam de forma diferente.

Essa carga “genética”, os hábitos financeiros, normalmente são copiados pelos filhos, através do exemplo.

Isso pode impactar na formação de uma nova família. Cerbasi elenca 5 os principais perfis financeiros das pessoas em geral:

  • gastadores

  • descontrolados

  • poupadores

  • financistas

  • desligados

Com uma breve análise, podemos perceber que há perfis totalmente incompatíveis entre si.

Um “poupador” pode combinar bem com “desligados” e “financistas”, porém imagine a união entre ele e um “gastador” ou um “descontrolado”.

Será provavelmente uma cena do filme: “Guerra mundial Z”.

O fato é que talvez, a pessoa só percebe essa incompatibilidade depois de casada.

 

2 – Conselhos para o casamento

São comuns, conselhos para os noivos de pessoas próximas ao casal com as seguintes frases: “O casamento é o momento mais importante da vida de vocês, portanto tratem de fazer uma festa com o que há de melhor no mundo”.

Outro devaneio comum para noivos: “A lua-de-mel é única, por isso deve ser um lugar dos sonhos”.

E para finalizar, talvez a mais famosa das frases na cultura popular brasileira: “Quem casa quer casa, não inventem de morar de aluguel. É jogar dinheiro no lixo!”

Se os noivos não tiverem o mínimo de educação financeira, e seguirem esses “valiosos” conselhos, assim que retornam da lua-de-mel é formado os “recém-casados, recém-falidos”.

Festas de casamento viraram um nicho de mercado, e como o dinheiro é limitado, planejamento e cautela é sempre bem-vindo.

Outro ponto a ser analisado são os juros do financiamento imobiliário x aluguel.

Cada caso deve ser analisado em particular e muitas vezes o aluguel pode ser uma boa alternativa. Nas grandes cidades, uma boa localização significa muitas horas economizadas no trânsito, e com disciplina para poupar, o aluguel pode ser sim uma boa alternativa.

 

3 – Paralelo entre atividades familiares e falta de dinheiro

Uma característica que pouca gente sabe sobre o dinheiro é sua capacidade de camuflagem.

O que isso quer dizer?

Muitas vezes, a falta de jantares românticos não é vista como falta de dinheiro, mas sim falta de romantismo.

Se o cônjuge não compra roupas novas há muito tempo, o problema não é visto como falta de dinheiro, mas sim como desleixo.

Se o parceiro não leva as crianças para passear no parque por exemplo, o problema não é dinheiro, mas sim falta de afeto.

São alguns exemplos de como ele afeta o relacionamento, por vezes sem ser identificado como o grande vilão.

 

4 – Fundo “anti-depressão”

Cerbasi destaca uma característica das pessoas consumistas, que quando são afetadas por algum tipo de problema de diversas naturezas, se atiram nas compras para “poder melhorar o astral”.

Na realidade isso é um grave problema de disciplina, pois o dinheiro não aceita desaforo, compras sem planejamento e endividamento são fontes de grandes dores de cabeça, causando atritos na relação conjugal.

Não podemos agir por impulso e o cartão de crédito é a ferramenta principal nesse quesito.

Não podemos ter essa prática tão prejudicial como aceitável.

E lembre-se: as finanças afetam várias outras áreas de nossas vidas como o lado emocional, a parte de saúde mental e de relacionamento afetivo. Não vacile.

 

5 – Falta de diálogo sobre as finanças

Segundo autor, esse é sem dúvidas a maior fonte de problemas nas finanças do casal: a falta de diálogo.

Normalmente o que é mais frequente, é conversar quando a bomba já estourou. Daí então, que problemas que poderiam ser evitados, tornam-se brigas e atritos.

O diálogo deverá ser constante dentro de uma relação, e nada mais justo que se façam planos em conjunto. O que adianta ter planos para o futuro, se o marido sonha com uma moto Harley Davidson e a esposa sonha com uma casa de praia?

O objetivo do casal deverá ser a união, e da mesma forma que os esforços, o objetivo final deverá ter a mesma direção.

Caso contrário a insatisfação está garantida.

 

Com este artigo esperamos ter lhe alertado para alguns pontos chave entre você, seu relacionamento e as finanças. Lembre-se: Nunca é tarde para aprender.

 

Avante!

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