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16 de janeiro de 2018

Área de Risco

SP antecipa vacina da Febre Amarela para dia 25

Todas a cidades da Baixada estão entre as 54 que vão receber a campanha. OMS incluiu todo o Estado em área de risco de febre amarela, devido a excesso de casos.

Nesta terça (16), a Organização Mundial de Saúde (OMS) passou a considerar o Estado de São Paulo como área de risco de febre amarela e recomendou a todos os turistas estrangeiros que façam a imunização contra a doença antes de visitar qualquer área do Estado. A decisão foi comunicada através de nota emitira pela organização “considerando o aumento da atividade do vírus na região.

Após o anúncio, a Secretaria de Saúde de São Paulo anunciou que vai antecipar e ampliar a campanha de imunização contra a febre amarela, com a meta de imunizar 8,3 milhões de pessoas ainda não vacinadas. O início será em 25 de janeiro.

Dia D – Haverá ‘Dias D’ nos sábados 3 e 17 de fevereiro, data prevista para encerramento da campanha. Durante o período, o Governo do Estado pretende vacinar moradores de 54 cidades que residem em áreas ainda não alcançados pelo vírus, mas que estão receptivas, pois integram os corredores ecológicos. A finalidade é proteger a população preventivamente. Nos ‘Dia D’, os postos de saúde dos municípios envolvidos estarão abertos em regime especial para atender a população.

Mais um município – O 54º município incluído foi São Caetano do Sul e outros doze municípios que teriam vacinação em bairros específicos agora serão contemplados em sua totalidade, para cidadãos que não receberam a vacina até o momento. Serão alcançadas as regiões da Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Baixada Santista (confira abaixo a lista de municípios). Todos os recortes foram definidos por critérios epidemiológicos após análises técnicas e de campo feitas pelo CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica/Divisão de Zoonoses) e Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) em locais de concentração de mata.

Na capital, onde as estratégias de vacinação têm sido desenvolvidas desde o ano passado, a campanha visa imunizar 2,5 milhões de pessoas que residem em distritos previamente definidos das zonas Leste e Sul (Capão Redondo, Cidade Tiradentes, Grajaú , São Mateus, entre outros).

A campanha será realizada com dose fracionada da vacina, conforme diretriz do Ministério da Saúde. O frasco convencionalmente utilizado na rede pública poderá ser subdividido em até cinco partes, sendo aplicado assim 0,1 mL da vacina. Estudos evidenciam que a vacina fracionada tem eficácia comprovada de pelo menos oito anos. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período. As carteiras de vacinação terão um selo especial para informar que a dose aplicada foi a fracionada.

Cerca de 6,3 milhões de doses da vacina fracionada serão disponibilizadas para as pessoas ainda não imunizadas que residem nos locais definidos pela campanha. Quem já tomou uma dose da vacina, mesmo se fizer parte destes municípios incluídos na campanha, não precisará se vacinar novamente. A vacina aplicada até o momento (dose padrão) tem validade para a vida toda, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

“Decidimos antecipar e a ampliar a campanha de vacinação para proteger a população contra a febre amarela. Pessoas ainda não vacinadas e que residem em locais onde ainda não há circulação do vírus receberão a dose fracionada, que é segura e tem eficácia comprovada. Em quinze dias de campanha, queremos triplicar o número de pessoas vacinadas no Estado de São Paulo”, destaca o secretário de Estado da Saúde, David Uip.

A campanha também prevê a oferta de 2 milhões de doses padrão, que serão disponibilizadas para crianças com idade entre nove meses e dois anos incompletos, pessoas que viajarão para países com exigência da vacina, grávidas residentes em áreas de risco e portadores de doenças crônicas – como diabéticos, cardiopatas e renais crônicos, por exemplo.

Deverão consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue e de doença falciforme.

Não há indicação de imunização para grávidas que morem em locais sem recomendação para vacina, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide). Em caso de dúvida, é fundamental consultar o médico.

Nas demais áreas do Estado de São Paulo onde já há vacinação em razão da circulação do vírus a imunização seguirá com a vacina padrão.

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