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Jornal Acontece

28 de abril de 2021

Cidade inaugura novo posto central e começa vacinar 63 anos

 | Jornal Acontece

Confira as mudanças no esquema de vacinação

 

A Secretaria de Saúde informa que a imunização contra covid-19 de pessoas de 63 anos começa nesta quinta-feira (29). Nesse mesmo dia, o Parque Anilinas passa a ser uma opção em busca da vacina, com equipes da imunização no local das 9 às 15 horas.

 

Confira outras mudanças que serão realizadas:

– O Parque Anilinas passa a ser o principal ponto de imunização da cidade, com atendimento para todos os grupos prioritários e todas as faixas etárias, tanto para primeiras como para segundas doses. O acesso será realizado pela entrada principal da Avenida Nove de Abril, de segunda a sexta-feira, das 9 às 15 horas.

– O esquema com 14 salas de vacina segue até sexta-feira (30/4), das 8h30 às 16 horas. A partir de segunda-feira (3/5), somente quatro unidades de Saúde irão oferecer doses contra covid-19: Vila Nova, Jardim Casqueiro, Mário Covas e Jardim Nova República. A mudança é ocasionada também pelo início da vacinação contra Influenza, evitando assim a concentração de pessoas em unidades menores.

– A partir de 3/5, essas quatro unidades de Saúde irão oferecer apenas a primeira dose da imunização; quem for tomar a segunda dose deverá se dirigir ao Parque Anilinas.

– Profissionais da Educação serão vacinados exclusivamente no Parque Anilinas por meio de voucher.

 

Salas de vacina – Confira os endereços das salas de vacina:

UBS Jardim Casqueiro (Rua Espanha, s/nº);

USF Jardim Nova República-Bolsão 8 (Avenida Deputado Esmeraldo Tarquinio, s/nº);

UBS Vila Nova (Rua São João, 185);

USF Mário Covas (Rua das Palmas, 128, Vila Natal).

 

Precauções

Em geral, como com todas as vacinas, diante de doenças agudas febris moderadas ou graves, recomenda-se o adiamento da vacinação até a resolução do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.

Não há evidências, até o momento, de qualquer preocupação de segurança na vacinação de indivíduos com história anterior de infecção ou com anticorpo detectável pelo SARS-CoV-2.

É improvável que a vacinação de indivíduos infectados (em período de incubação) ou assintomáticos tenha um efeito prejudicial sobre a doença. Entretanto, recomenda-se o adiamento da vacinação nas pessoas com quadro sugestivo de infecção em atividade para se evitar confusão com outros diagnósticos diferenciais. Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção, idealmente a vacinação deve ser adiada até a recuperação clínica total e pelo menos quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a partir da primeira amostra de PCR positiva em pessoas assintomáticas.

Pacientes que fazem uso de imunoglobulina humana devem ser vacinados com pelo menos um mês de intervalo entre a administração da imunoglobulina e a vacina, de forma a não interferir na resposta imunológica.

 

ATENÇÃO!

Não é recomendada a administração de diferentes tipos de vacinas contra a covid-19; não há estudos que comprovem maior resposta imunológica quando são administrados no mesmo indivíduo vários tipos vacinas contra a covid-19.

A inaptidão temporária a doação de sangue e componentes associada ao uso de vacinas são:

Vacina adsorvida covid-19 (inativada) – Sinovac/Butantan: 48 horas após cada dose.

Vacina covid-19 (recombinante) – AstraZeneca/Fiocruz: 7 dias após cada dose.

 

Grupos especiais

Gestantes, puérperas e lactantes

A segurança e eficácia das vacinas não foram avaliadas nesses grupos.

Estudos em animais não demonstraram risco de malformações nos que estavam grávidos.

Para as mulheres, pertencentes a um dos grupos prioritários, que se apresentem nestas condições (gestantes, lactantes ou puérperas), a vacinação poderá ser realizada após avaliação cautelosa dos riscos e benefícios.

As gestantes e lactantes devem ser informadas sobre os dados de eficácia e segurança das vacinas conhecidos assim como os dados ainda não disponíveis. A decisão de vacinação deve considerar:

O nível de potencial contaminação do vírus na comunidade;

A potencial eficácia da vacina;

O risco e a potencial gravidade da doença materna, incluindo os efeitos no feto e no recém-nascido e a segurança da vacina para o binômio materno-fetal.

O teste de gravidez não deve ser um pré-requisito para a administração das vacinas nas mulheres com potencial para engravidar e que se encontram em um dos grupos prioritários para vacinação.

A gestante e lactante pertencentes aos grupos prioritários, que não concordarem em serem vacinadas, devem ser apoiadas em sua decisão e instruídas a manter medidas de proteção como higiene das mãos, de máscaras e distanciamento social.

Caso opte-se pela vacinação das lactantes o aleitamento materno não deverá ser interrompido.

A vacinação inadvertida das gestantes (não sabiam que estavam grávidas) deverá ser notificada como um “erro de imunização” para fins de controle e monitoramento de ocorrência de eventos adversos. Nesse caso, a dose será considerada válida e a segunda dose poderá ser administrada.

Eventos adversos que venham a ocorrer com a gestante após a vacinação deverão ser notificados, bem como quaisquer eventos adversos que ocorram com o feto ou com o recém-nascido até seis meses após o nascimento.

Uso de antiagregantes plaquetários e anticoagulantes orais e vacinação:

Os antiagregantes plaquetários devem ser mantidos e não implicam em impedimento à vacinação. O uso de injeção intramuscular em pacientes sob uso crônico de antiagregantes plaquetários é prática corrente, portanto considerado seguro.

Não há relatos de interação entre os anticoagulantes em uso no Brasil – varfarina, apixabana, dabigatrana, edoxabana e rivaroxabana – com vacinas. Portanto deve ser mantida conforme a prescrição do médico assistente. Dados obtidos com vacinação intramuscular contra Influenza em pacientes anticoagulados com varfarina mostraram que esta via foi segura, sem manifestações hemorrágicas locais de vulto. A comparação da via intramuscular com a subcutânea mostrou que a primeira é segura e eficaz na maioria das vacinas em uso clínico. Por cautela, a vacina pode ser administrada o mais longe possível da última dose do anticoagulante direto.

 

Pacientes portadores de doenças reumáticas imunomediadas (DRIM):

Preferencialmente o paciente deve ser vacinado estando com a doença controlada ou em remissão, como também em baixo grau de imunossupressão ou sem imunossupressão.

Entretanto, a decisão sobre a vacinação em pacientes com DRIM deve ser individualizada, levando em consideração a faixa etária, a doença reumática autoimune de base, os graus de atividade e imunossupressão, além das comorbidades, devendo ser sob orientação de médico especialista. A escolha da vacina deve seguir as recomendações de órgãos sanitários e regulatórios, assim como a disponibilidade local.

 

Pacientes oncológicos, transplantados e demais pacientes imunossuprimidos:

A eficácia e segurança das vacinas covid-19 não foram avaliadas nessa população. No entanto, considerando a plataforma em questão (vetor viral não replicante e vírus inativado) é improvável que exista risco aumentado de eventos adversos.

A avaliação de risco benefício e a decisão referente à vacinação deverá ser realizada pelo paciente em conjunto com o médico assistente, sendo que a vacinação somente deverá ser realizada com prescrição médica.

 

Pacientes vivendo com HIV/Aids

Dados recentes de estudos conduzidos nos Estados Unidos da América e nos continentes europeu e africano têm demonstrado piores desfechos entre as pessoas vivendo com HIV/Aids (PVHA) com doença causada pelo SARS-CoV-2 quando comparadas à população não infectada pelo HIV. A maior concentração de novo diagnóstico de infecção pelo HIV entre jovens (ainda em processo de controle de infecção), a maior prevalência de comorbidades e de múltiplas comorbidades entre PVHA, se comparados à população geral, cerca de 50% das PVHA em seguimento nos serviços pertencentes à faixa etária acima de 50 anos e imunossenescência associada ao HIV acabam contribuindo para que a maioria desta população esteja sob-risco acrescido para a ocorrência de complicações relacionadas à covid- 19.

Tanto a vacina Oxford-AstraZeneca quanto a Butantan-CoronaVac não possuem vírus vivos ou atenuados em sua composição. A primeira utiliza vetor virai (adenovírus) não replicante de chimpanzé, que carreia apenas o gene de uma proteína do coronavírus e a segunda vírus inativado (morto) entre os seus componentes. Deste modo, não há restrição ao seu uso em pessoas vivendo com HIV/Aids (PVHA), independentemente do valor do CD4. Outro ponto importante, é que os estudos destas vacinas incluíram PVHA entre os voluntários participantes e se mostraram seguras para toda a população estudada, não havendo registro de eventos graves relacionados a elas. Deste modo, orientamos que todas as PVHA selam imunizadas contra a COVID-19, seguindo os critérios/cronogramas estabelecidos pêlos Planos Nacional, Estadual e Municipal de Imunização.

 

Contraindicações

Hipersensibilidade grave (anafilaxia prévia) ao princípio ativo ou a qualquer dos excipientes da vacina;

Para aquelas pessoas que já apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose anterior de uma vacina covid-19.

 

Inaptidão temporária para doação de sangue e componentes associada ao uso de vacinas:

– Sinovac/Butantan: 48 horas após cada dose.

– AstraZeneca/Fiocruz: 7 dias após cada dose.

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