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25 de julho de 2017

Legião Sinfônica

Banda Sinfônica de Cubatão leva “Legião Sinfônica” a São Bernardo do Campo

Apresentação será dia 4 de agosto, no Teatro Lauro Gomes. Contará com participação do cantor Anderson Borges

Uma das maiores bandas de rock do Brasil completou 30 anos e recebe homenagem musical da Banda Sinfônica de Cubatão. O espetáculo “Legião Sinfônico” celebra o legado da banda Legião Urbana. Depois do sucesso do espetáculo na Baixada Santista, segue para São Bernardo do Campo. A apresentação será dia 4 de agosto, às 20h, no Teatro Lauro Gomes (Rua Helena Jacquei, 171). Os ingressos, que custam a partir de R$ 20, podem ser adquiridos até 3 de agosto, exclusivamente no site www.bilheteriaexpress.com.br e a partir de 4 de agosto, 14h, na bilheteria do teatro. Vale lembrar que há preços promocionais para compra antecipada.

O espetáculo surgiu da ideia de criar um concerto popular, segundo Rodrigo Vitta, regente titular da Sinfônica. Para interpretar as canções imortalizadas na voz de Renato Russo, a Sinfônica convidou o cubatense Anderson Borges, que desde muito cedo é fã da Legião e tem um tom de voz muito parecido com o do líder da banda. Anderson ficou bastante conhecido na região na década de 90 como vocalista da banda Legião Cover.

“Escolhemos as músicas mais significativas da Legião, geralmente que a maioria conhece. Tomamos o máximo de cuidado para dar uma roupagem sinfônica sem perder a força do rock”, diz o maestro Vitta. O repertório inclui 13 canções: Será, Ainda é cedo, Geração coca-cola, Quase sem querer, Eduardo e Mônica, Tempo perdido, Índios, Que pais é este?, Faroeste caboclo, Há tempos, Pais e filhos, Quando o sol e Monte Castelo.

A apresentação especial sela mais um projeto arrojado de Rodrigo Vitta frente ao Grupo Artístico. A Banda Sinfônica realizou concertos didáticos em roupagens e repertórios diferentes, apresentações essas batizadas de “Era uma vez a Música”. Isso, além de concertos musicais denominados “Série Concertante”, onde foram explorados os repertórios de compositores eruditos brasileiros, uma música de muita raiz.

Intérprete e apaixonado por Legião Urbana – A presença de Anderson Borges no palco do Teatro Coliseu em novembro e depois em Cubatão, em dezembro, é simbólica e muito representativa. Além de ser um artista bastante conhecido no município, Anderson sempre deixou muito explícito o carinho que tem pela banda e por Renato Russo.

Uma história que começou em meados da década de 80, quando ainda era garoto. “Me lembro exatamente a primeira vez que ouvi uma música da Legião Urbana. Foi Será, em um clipe na televisão. Achei engraçado o jeito do Renato cantar e se expressar. Ouvia as canções nas rádios e no ano seguinte ganhei dois discos da banda. Eu não parava de escutar! Comecei a estudar violão por causa dessas músicas e depois, a cantar”, afirma Anderson.

O artista lembra que a banda trouxe uma roupagem diferente ao rock brasileiro em uma época em que a maioria das formações discursavam sobre trivialidades, o que ele chamou de “rock gracinha”, canções como Ursinho Blau-Blau (banda Abshyntho) e Amante profissional (Herva Doce). “A Legião apareceu falando dos problemas do País e da juventude na época”, completa.

Alguns anos depois, montou em Cubatão uma das primeiras bandas covers da Legião no Estado de São Paulo e percorreu praticamente toda a região levando a música da sua banda preferida. Hoje, aos 41 anos de idade, Borges garante que ainda escuta Renato Russo e se emociona. Ele se apresenta em bares e casas noturnas da Baixada Santista cantando MPB, rock e pop nacional e internacional.

Junto à Banda Sinfônica, já participou do projeto Queen Sinfônico, em 2011. Mas, para ele, receber o convite para interpretar as músicas da Legião foi uma alegria indescritível. “Por dois motivos: o primeiro é que sou muito fã da banda, e outro porque meu pai foi um dos fundadores da Banda Sinfônica. Ainda temos em casa as medalhas dos concursos que ganhou quando o grupo ainda era Banda Musical”, afirma.

Acostumado a cantar com violão ou com uma formação de baixo, guitarra e bateria, estar à frente de uma Sinfônica com mais de 60 músicos será uma grande responsabilidade. Anderson tem certeza de que vai trabalhar com muita atenção e, sobretudo, emocionado. “Para um artista, isso é muito grande. Interpretar no palco minha primeira referência musical será uma realização artística e pessoal”, finaliza.

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