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Cido Barboza

Fundador do Jornal Acontece, jornalista, radialista, relações públicas e administrador de empresas.

11 de dezembro de 2021

O trabalho que salva

 | Jornal Acontece

Ele mora no Jardim Costa e Silva, em Cubatão, e é controlador de tráfego da Ecovias, empresa que trabalha há 17 anos. O zelo com que Everton Melo se dedica ao trabalho ganhou notoriedade nesta semana quando a vida de um menino de três anos, de uma família de São Paulo, foi salva graças à agilidade da equipe. Everton (em parceria com o operador de tráfego Renan Roberto Fernandes, morador do Rubens Lara), protagonizou ação cinematográfica que resultou no final de ano feliz para uma família em desespero.

 

O caso

No último domingo, dia 05, o Centro de Controle Operacional recebeu a informação de um possível atropelamento na altura do km 63, subida, da Imigrantes. Everton e Renan, seguiram em segurança, no contra fluxo, para chegar com urgência. No local, encontraram uma família com o bebê engasgado e já inconsciente. Foi aí que Everton entrou em ação e imediatamente realizou a manobra de Heimlich, própria para desengasgar: o menino voltou à vida, para a emoção da família.

Na sequência a criança e os pais foram encaminhados pela equipe médica da Ecovias, com todo o suporte, até o PS Infantil de Cubatão, onde se registrou o final feliz.

 

Missão

O gesto dos controladores revela um trabalho de bastidores, que embora não tenha muita visibilidade, já fez a diferença na vida de muitos usuários do SAI.

Durante a entrevista era perceptível o brilho no olhar e a satisfação de Everton ao detalhar a ação. Amigos de trabalho relataram outros episódios, na pista, que embora não tenham ganhado notoriedade, revelam a capacidade e sensibilidade do profissional que encara o seu trabalho como uma missão de ajudar o próximo.

 

Superação

Estar entre a vida e a morte é a rotina dos controladores de tráfego, acostumados a presenciar e dar suporte em acidentes, alguns deles fatais.

No caso de Everton, a vida pessoal foi marcada, em 2020, pela tragédia chamada Covid: em apenas um mês perdeu os avós, seguidos pela mãe, o que o deixou emocionalmente abalado. Nada como usar o trabalho para se dedicar ao próximo e ter, na experiência de salvar vidas, um refrigério para a dor na alma e a certeza de estar no lugar certo.

 

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