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Jornal Acontece

11 de agosto de 2022

Museu Urbano segue aberto à visitação em frente ao Parque Anilinas

 | Jornal Acontece

 

Uma galeria iconográfica na principal avenida da Cidade. Eis a intervenção artística da ‘Revoada Cuipataã’, do Coletivo 302: o Museu Urbano, aberto à visitação gratuita do público até o próximo dia 31, sempre de terças a sextas-feiras, das 9 às 17 horas, na Av. Nove de Abril, 2275, bem em frente à antiga entrada do Parque Anilinas.

 

O Museu Urbano contará com a mostra de 30 obras, fruto de derivas fotográficas pela Cidade no início do ano, além de imagens de acervo do fotógrafo cubatense Sander Newton. O mobiliário é fruto de uma parceria junto ao Evora Coletivo, grupo de arquitetura e artes urbanas da cidade.

 

A ‘Revoada’ também desenvolveu outras ações culturais no decorrer do ano, como uma recente residência artística com o Lab Livre Performance para a formação de artistas visuais. Ainda, um mural de 10×5 metros em fotografia expandida com técnica híbrida de colagem e pintura pelo artista paulistano Raul Zito instalada em frente ao Centro de Alta Complexidade em Saúde, entre as vias Nove de Abril e Henry Borden.

 

O projeto ‘Revoada Cuipataã’ é uma realização do Governo do Estado via Secretaria de Cultura e Economia Criativa por meio do ProAC – Programa de Ação Cultural e do Coletivo 302, em parceria com o Galpão Cultural e apoio da Prefeitura Municipal de Cubatão via Secretaria de Cultura.

 

 

Sobre o Coletivo 302

Criado em 2014, o Coletivo 302 é formado por 7 artistas da cidade de Cuipaitaã (Cubatão/SP) e surgiu da necessidade de cantar sua aldeia, mergulhar em suas memórias ancestrais e ressignificar construção do seu imaginário. A criação de suas obras flui de processos colaborativos e de ocupações em espaços públicos, desenvolvendo práticas teatrais, performativas, culturais e educativas.

 

Possui em seu repertório três trabalhos teatrais: Onde está o guará? (Infantil – 2016), #República (Juvenil – 2017) e Vila Parisi (Adulto – 2019), sendo este último, parte de um projeto de trilogia anti-tecnofascista chamado Zanzalá. Desenvolveu também três ciclos de estudos nos anos de 2017, 2018/19 e 2020, que por conta do isolamento social foi realizado em formato de podcast e disponibilizado nas plataformas de streaming.

 
Ainda durante a pandemia, criou a partir da obra Vila Parisi e da utilização de tecnologias periféricas, uma série de quatro vídeo performances para as plataformas do Sesc. Também ocupa o Galpão Cultural, espaço gerido de forma compartilhada com outras coletivas e artistas independentes da cidade e em pouco mais de três anos de atividade, estima-se que já afetou mais de 10 mil pessoas.  

 

 

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