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Jornal Acontece

21 de fevereiro de 2025

Documentário sobre o povo indígena Xavante, do Mato Grosso, estreia no Canal Brasil

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“A Serra do Roncador ao Poente” acompanha cinco moradores que fazem parte de diferentes aldeias das terras xavantes e que, cotidianamente, buscam reafirmar sua existência

 

O Canal Brasil estreia na próxima segunda-feira, 24 de fevereiro, às 20h30, o documentário “A Serra do Roncador ao Poente”, de Armando Lacerda. O filme acompanha cinco moradores que fazem parte de diferentes aldeias das terras xavantes, localizadas nos arredores da Serra do Roncador, no Mato Grosso, e que, por meio da preservação de seus ritos e culturas, buscam reafirmar sua existência.

 

 

A narrativa mergulha na história do povo A’uwê Uptabi (que significa “povo verdadeiro”), conhecido como Xavante, e aborda sua origem territorial, o processo de demarcações de terras enfrentado, além de migrações. O longa acompanha as histórias de Diogo Juruna, Salvador Tsereurasaré, Carolina Reaptu (Mã Dzabazé), Jurandir Tsiridiwê e Saranate Xavante.

 

 

O filme recebeu o Prêmio Jean Rouch de Melhor Longa-metragem na 4ª edição do Festival Internacional de Filme Etnográfico do Pará (IV FIFEP), em 2022.

 

 

A Serra do Roncador ao Poente (2022) (63′) – Inédito

Horário: Segunda, dia 24/02, às 20h30

Direção: Armando Lacerda

Classificação: Livre

 

 

Sinopse: O filme conta a história do povo A’uwê Uptabi, mais conhecido como Xavante, tendo seu idioma como língua oficial, que pertence ao tronco Macro-Jê, da família Jê. Filmado nas terras xavantes, nos arredores da Serra do Roncador, no Mato Grosso, a obra explora a ancestralidade do povo, detalhando sua origem territorial, antepassados indígenas e a travessia que fez de uma ponta a outra do país, para fugir dos perigos do homem branco. A história se concentra em cinco sujeitos: Diogo Juruna, Salvador Tsereurasaré, Carolina Reaptu (Mã Dzabazé), Jurandir Tsiridiwê e Saranate Xavante, pertencentes a diferentes aldeias que integram o povo Xavante. As narrativas destacam pontos fundamentais para a sobrevivência dos indígenas no ambiente em que vivem. A partir da preservação de seus ritos e culturas – lutas, músicas, danças e a própria língua xavante, considerada vulnerável pela Unesco -, sua existência é reafirmada.

 

 

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