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23 de junho de 2017

Mobilidade

Secretário de Planejamento visita VLT Carioca

Prefeitura já iniciou debate sobre o assunto com instituições ligadas ao sistema do transporte sobre trilhos no País

O transporte por trilhos é a melhor alternativa, hoje, para eliminar os problemas de transporte de massa em Cubatão e, ao mesmo tempo, importante fator de estímulo ao desenvolvimento. Partindo deste conceito, a Prefeitura, por intermédio da Secretaria Municipal de Planejamento, deu início esta semana a uma série de gestões visando ao aproveitamento de maneira mais efetiva da malha ferroviária que cruza o Municípío.

Esta semana, o secretário de Planejamento, Pedro de Sá, esteve no Rio de Janeiro, debatendo o assunto a convite da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos). Aproveitou para conhecer as alternativas existentes naquela cidade: visitou a sede do Metrô carioca, o centro de operações do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e a sede da SuperVia, responsável pelos trens urbanos do Rio de Janeiro.

Segundo Pedro de Sá, a malha ferroviária que cruza Cubatão (ramal  Paratinga-Piaçaguera e antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí), além de leitos de pistas alternativas ao sistema Anchieta/Imigrantes (como a antiga Avenida Bandeirantes) constituem infraestrutrura suficiente para adoção de qualquer um dos três sistemas de transportes de massa por trilhos: VLT, metrô de superfície e trem urbano.

“É importante que comecemos, desde já, a discussão dessas possibilidades. Está mais do que na hora de pensarmos em um sistema de transporte que beneficie o maior número possível de pessoas, com custos menores, conforto e pontualidade”, afirmou Pedro de Sá.

Segundo ele, o transporte sobre trilhos preenche aqueles requisitos porque não enfrenta os obstáculos do sistema rodoviário da região, já saturado e vulnerável a inundações, além de congestionamentos por caminhões nos períodos de entressafra, entre outros problemas.

Nos encontros que manteve no Rio de Janeiro, Pedro de Sá explicou aos representantes dos órgãos do setor de transporte ferroviário urbano, potenciais investidores na Baixada, que os trilhos da antiga estrada de ferro Santos-Jundiaí, por exemplo, podem servir para os trens urbanos ou metrô de superfície. O leito da antiga Estrada dos Bandeirantes, hoje Avenida Tancredo Neves, pode ser base para o VLT, que facilmente se interligaria ao sistema já existente em Santos. “Pode-se, também, interligar , para efeito de baldeação de passageiros, os trens  urbanos ou metrô de superfície ao VLT, que serve atualmente Santos e São Vicente”, explicou.   

A alternativa ferroviária, contudo, não deve ser vista somente como uma solução para os problemas enfrentados hoje pelo transporte rodoviário da região. “Deve servir como indutor do desenvolvimento. Deve ser apresentada às empresas como uma das grandes vantagens de se investir na região. Afinal, qual investidor não se interessará por uma região que oferece, além do maior  porto do país e a presença de grandes centros consumidores, um transporte rápido, seguro, pontual, livre dos obstáculos cada vez maiores do sistema rodoviário?”, indagou Pedro de Sá.

Em sua estada no Rio de Janeiro, o secretário municipal de Planejameto se encontrou com Joubert Flores, presidente da ANPTrilhos; Paulo Ferreira, diretor de engenharia e operação do VLT carioca e João Gouveia, diretor de operações da Supervia-Trens Urbanos do Rio de Janeiro.

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