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Jornal Acontece

26 de janeiro de 2024

Prefeitura ativa ‘Sala de Situação’ e monitora volume de chuvas

 | Jornal Acontece

O chefe do Executivo convocou o secretariado municipal para discutir ações corretivas e preventivas após Guarujá registrar acumulado médio de chuvas de 263 milímetros em 24 horas, 87% do esperado para todo o mês de janeiro

 

 

O prefeito de Guarujá convocou o secretariado municipal para uma Sala de Situação, na tarde de quinta-feira (25), na qual cada titular de pasta apresentou as demandas atendidas nas últimas horas e o prognóstico das próximas ações, corretivas e preventivas. O acumulado médio de chuvas nas últimas 24 horas na Cidade é de 263 milímetros, que representa 87% do que estava previsto para todo o mês de janeiro. O nível vigente é de ‘Atenção’ na Cidade, sem vítimas.

 

 

O volume de chuva foi bem intenso, principalmente entre 17 e 19 horas de quarta-feira (24), uma média de 70 milímetros neste curto espaço de tempo. Essa sobrecarga comprometeu a drenagem em diversos pontos da Cidade, prejudicando a fluidez do tráfego. Por conta disso, a Secretaria Municipal de Defesa e Convivência Social (Sedecon) acompanha, em tempo real, as áreas de alagamentos ou interdições causadas pelas fortes chuvas e ventos para distribuir as equipes a fim de sinalizar e orientar a população, principalmente nos horários de pico.

 

Todos os geólogos e agentes de Defesa Civil, que estão convocados desde a tarde de quarta-feira (24) para trabalhos de prevenção e divulgação de alertas, trabalharão em todas as ações necessárias pelas próximas horas. A Administração Municipal está fornecendo reforço de alimentação e água para as equipes, que atualmente percorrem os morros e demais áreas de risco de Guarujá e Vicente de Carvalho a fim de priorizar o atendimento à população. Não houve vítimas.

 

 

Ocorrências

 

Além de 10 árvores removidas em diversos bairros, foram interditadas duas moradias na Rua Uruguai, na Barreira do João Guarda, na Enseada. Já no Cantagalo, duas casas foram interditadas e outras três evacuadas preventivamente pela Defesa Civil.

 

 

Houve ainda um deslizamento em área de mata no Morro da Cachoeira e alagamento na faixa de sopé da Vila Baiana. No Morro do Engenho, duas moradias interditadas já estavam desocupadas desde 2020. A Estrada de Santa Cruz dos Navegantes teve dois escorregamentos com queda de árvores, e a Pedreira seguia em vistoria até as 19 horas desta quinta-feira (25).

 

 

A Secretaria Municipal de Operações Urbanas (Seurb) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) trabalharão em conjunto com a Defesa Civil. A primeira, auxiliando nos trabalhos de desobstrução de canais e vias, já a segunda pasta na remoção de árvores.

 

 

O alerta é de chuva persistente na Baixada Santista ainda nesta sexta-feira (26). Por esse motivo, a Defesa Civil recomenda que se evite permanecer em áreas de risco e que se tenha cuidado nas próximas horas.

 

 

Caso queira receber alertas, o interessado deve se cadastrar gratuitamente enviando o CEP de interesse, por SMS, para o número 40199 ou baixe o aplicativo AlertaSP, disponível para IOS e Android. Em caso de emergência, avise imediatamente a Defesa Civil pelo número 199 ou o Corpo de Bombeiros (193).

 

 

Mirantes fechados

 

Devido às condições climáticas, estão fechados, por tempo indeterminado, os acessos aos mirantes das Galhetas (Astúrias) e da Campina (Morro do Maluf). A Defesa Civil recomenda que se evite permanecer em áreas abertas.

 

Prefeitura acolhe três famílias preventivamente

 

Em decorrência das fortes chuvas sobre a Baixada Santista nos últimos dias, três famílias de Guarujá, moradoras do Morro Barreira do João Guarda, precisaram ser retiradas de suas casas preventivamente nesta quinta-feira (25). Ao todo, a Prefeitura já identificou sete pessoas em situação de risco e as encaminhou para o Acolhimento Municipal José Calherani, no Jardim Boa Esperança, em Vicente de Carvalho.

 

O trabalho é desempenhado pela Defesa Civil e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social (Sedeas). Após o primeiro órgão atender uma ocorrência de emergência, como deslizamento ou queda de árvore, são definidos os protocolos de segurança necessários. Simultaneamente, os desalojados passam a ser atendidos por uma equipe especializada em abrigo adequado com alimentação, higienização, roupas limpas e outros serviços.

 

Fonte: PMG
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