02 de março de 2026
Trump ameaça enviar tropas terrestres ao Irã
O presidente dos Estados Unidos afirmou que as operações militares em larga escala contra o Irã devem continuar para impedir qualquer tentativa de reconstrução do programa nuclear iraniano. Em coletiva de imprensa, declarou que Teerã teria ignorado advertências para interromper atividades relacionadas ao desenvolvimento de armas nucleares — acusação que o governo iraniano nega.
Em entrevista ao New York Post, Trump disse que não descarta o envio de tropas terrestres. Segundo ele, a prioridade não seria utilizar forças no terreno, mas a medida poderá ser adotada “se for necessário”.
Objetivos da ofensiva
O presidente elencou quatro metas principais da ação militar:
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Destruir a capacidade de produção de mísseis do Irã;
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Neutralizar a marinha iraniana;
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Impedir o avanço na obtenção de armas nucleares;
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Enfraquecer o financiamento iraniano a grupos armados na região.
Trump também afirmou que a ofensiva busca combater indiretamente o terrorismo, ao impedir que o Irã amplie sua capacidade militar.
Duração do conflito
Sem estabelecer prazo definitivo, o presidente declarou que o conflito pode durar mais de um mês. Inicialmente, mencionou previsão de quatro a cinco semanas, mas disse que os Estados Unidos têm capacidade de prolongar as operações.
Ele lamentou ainda a morte de quatro militares norte-americanos no conflito e prestou solidariedade às famílias.
Ataque coordenado e retaliações
Estados Unidos e Israel lançaram um ataque coordenado contra alvos no Irã. Em resposta, autoridades iranianas declararam ter retaliado contra bases militares americanas no Oriente Médio.
Explosões foram registradas em cidades como Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah. O tráfego aéreo no país foi suspenso, e serviços de comunicação apresentaram instabilidade, segundo relatos locais.
O Irã também lançou mísseis contra Israel, que fechou temporariamente o espaço aéreo e declarou estado de emergência. As Forças Armadas israelenses informaram ter interceptado projéteis.
Segundo autoridades americanas, instalações militares dos EUA no Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia e norte do Iraque teriam sido alvo de ataques.