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Jornal Acontece

19 de abril de 2021

Veja onde e quais são as novas faixas de idade que serão vacinadas a partir desta terça e no feriado em Cubatão

 | Jornal Acontece

A secretaria municipal da Saúde antecipou a primeira dose da faixa etária 65-66 anos e aplica segunda dose para a faixa etária 69-71 anos, a partir desta terça-feira, dia 20.

Para se vacinar, é preciso levar ao local documento com foto e comprovante de endereço: serão oferecidas 250 senhas.

 

Primeira dose 65-66 anos

A vacinação para quem tem 65-66 anos será realizada nesta terça e quarta-feira (dias 20 e 21) exclusivamente na UME Maria Albertina, na Avenida Nações Unidas, 979 – Vila Nova, das 9 às 13h.

A ideia é usar a infraestrutura montada no local para a imunização de profissionais da Educação (cuja vacinação continua normalmente) para receber também as pessoas dessa nova faixa etária, inclusive no feriado de Tiradentes.

 

A partir da quinta

A vacinação dessa faixa etária segue a partir do dia 22, nas unidades de Saúde com salas de vacina e nos 4 postos volantes (ver abaixo), ficando a UME como posto de vacinação dos trabalhadores da Educação.

Segunda dose 69-71 anos

Também nessa terça-feira (20) começa a aplicação da segunda dose para a faixa etária de 69 a 71 anos que será realizada apenas nas unidades de Saúde e postos volantes, com parada para o feriado do dia 21 e retorno no dia 22, quinta-feira.

Para a segunda dose, além de documento com foto e comprovante de residência, a pessoa deve estar de posse também do comprovante da vacina da primeira dose.

 

Pré cadastro

Não é obrigatório, mas a secretaria de Saúde de Cubatão incentiva as pessoas a realizarem o pré-cadastro em http://www.vacinaja.sp.gov.br/.

A ferramenta não é um agendamento e nem um pré-requisito obrigatório para receber a vacina, mas contribui para melhorar a dinâmica dos serviços e a rotina do próprio cidadão.

Para os idosos que não possuem familiaridade com a internet, o pré-cadastro pode ser realizado por qualquer pessoa da família.

 

Confira os endereços das salas de vacina:

UBS Vila São José (Avenida Bandeirantes, s/nº);
USF Afonso Schmidt, Área 5 (Rua Manoel Leal, s/nº, Jardim SãoFrancisco);
UBS Jardim Casqueiro (Rua Espanha, s/nº);
UBS Jardim 31 de Março (Rua Antônio Simões de Almeida, s/nº);
(USF Jardim Nova República-Bolsão 8 (Avenida Deputado Esmeraldo
Tarquinio, s/nº);
UBS Vila Nova (Rua São João, 185);
USF Vila dos Pescadores (Rua Santa Júlia, s/nº);
USF Ilha Caraguatá (Rua Feud Farah, s/nº);
USF Cota 200 (2ª Passarela da Via Anchieta km 50, s/nº);
USF Vila Esperança-Morro do Índio (Avenida Principal, 4003);
USF Mário Covas (Rua das Palmas, 128, Vila Natal);
USF Pilões (Caminho dos Pilões, 974);
USF Cota 95 (Faixa do Oleoduto, s/nº, Pinhal do Miranda);
USF Vale Verde (Rua Vereador Paulo Enos, s/nº);
Nas unidades Caic/Vila Esperança e Vila Natal a vacinação será realizada às terças e quintas-feiras, das 9 às 15 horas, e, no mesmo horário, às segundas e quartas-feiras nas unidades CSU e Água Fria.

Precauções

Em geral, como com todas as vacinas, diante de doenças agudas febris moderadas ou graves, recomenda-se o adiamento da vacinação até a resolução do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.

Não há evidências, até o momento, de qualquer preocupação de segurança na vacinação de indivíduos com história anterior de infecção ou com anticorpo detectável pelo SARS-CoV-2.

É improvável que a vacinação de indivíduos infectados (em período de incubação) ou assintomáticos tenha um efeito prejudicial sobre a doença.

Entretanto, recomenda-se o adiamento da vacinação nas pessoas com quadro sugestivo de infecção em atividade para se evitar confusão com outros diagnósticos diferenciais.

Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção, idealmente a vacinação deve ser adiada até a recuperação clínica total e pelo menos quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a partir da primeira amostra de PCR positiva em pessoas assintomáticas.

Pacientes que fazem uso de imunoglobulina humana devem ser vacinados com pelo menos um mês de intervalo entre a administração da imunoglobulina e a vacina, de forma a não interferir na resposta imunológica.

 

ATENÇÃO!

Não é recomendada a administração de diferentes tipos de vacinas contra a covid-19; não há estudos que comprovem maior resposta imunológica quando são administrados no mesmo indivíduo vários tipos vacinas contra a covid-19.

A inaptidão temporária a doação de sangue e componentes associada ao uso de vacinas são:
Vacina adsorvida covid-19 (inativada) – Sinovac/Butantan: 48 horas após cada dose.
Vacina covid-19 (recombinante) – AstraZeneca/Fiocruz: 7 dias após cada dose.

 

Grupos especiais

Gestantes, puérperas e lactantes

A segurança e eficácia das vacinas não foram avaliadas nesses grupos.

Estudos em animais não demonstraram risco de malformações nos que estavam grávidos.

Para as mulheres, pertencentes a um dos grupos prioritários, que se apresentem nestas condições (gestantes, lactantes ou puérperas), a vacinação poderá ser realizada após avaliação cautelosa dos riscos e benefícios.

As gestantes e lactantes devem ser informadas sobre os dados de eficácia e segurança das vacinas conhecidos assim como os dados ainda não disponíveis. A decisão de vacinação deve considerar:

O nível de potencial contaminação do vírus na comunidade;

A potencial eficácia da vacina;

O risco e a potencial gravidade da doença materna, incluindo os efeitos no feto e no recém-nascido e a segurança da vacina para o binômio materno-fetal.

O teste de gravidez não deve ser um pré-requisito para a administração das vacinas nas mulheres com potencial para engravidar e que se encontram em um dos grupos prioritários para vacinação.

A gestante e lactante pertencentes aos grupos prioritários, que não concordarem em serem vacinadas, devem ser apoiadas em sua decisão e instruídas a manter medidas de proteção como higiene das mãos, de máscaras e distanciamento social.

Caso opte-se pela vacinação das lactantes o aleitamento materno não deverá ser interrompido.

A vacinação inadvertida das gestantes (não sabiam que estavam grávidas) deverá ser notificada como um “erro de imunização” para fins de controle e monitoramento de ocorrência de eventos adversos.

Nesse caso, a dose será considerada válida e a segunda dose poderá ser administrada.

Eventos adversos que venham a ocorrer com a gestante após a vacinação deverão ser notificados, bem como quaisquer eventos adversos que ocorram com o feto ou com o recém-nascido até seis meses após o nascimento.

Uso de antiagregantes plaquetários e anticoagulantes orais e vacinação:

Os antiagregantes plaquetários devem ser mantidos e não implicam em impedimento à vacinação.

O uso de injeção intramuscular em pacientes sob uso crônico de antiagregantes plaquetários é prática corrente, portanto considerado seguro.

Não há relatos de interação entre os anticoagulantes em uso no Brasil – varfarina, apixabana, dabigatrana, edoxabana e rivaroxabana – com vacinas.

Portanto deve ser mantida conforme a prescrição do médico assistente.

Dados obtidos com vacinação intramuscular contra Influenza em pacientes anticoagulados com varfarina mostraram que esta via foi segura, sem manifestações hemorrágicas locais de vulto.

A comparação da via intramuscular com a subcutânea mostrou que a primeira é segura e eficaz na maioria das vacinas em uso clínico. Por cautela, a vacina pode ser administrada o mais longe possível da última dose do anticoagulante direto.

Pacientes com doenças reumáticas imunomediadas (DRIM):

Preferencialmente o paciente deve ser vacinado estando com a doença controlada ou em remissão, como também em baixo grau de imunossupressão ou sem imunossupressão.

Entretanto, a decisão sobre a vacinação em pacientes com DRIM deve ser individualizada, levando em consideração a faixa etária, a doença reumática autoimune de base, os graus de atividade e imunossupressão, além das comorbidades, devendo ser sob orientação de médico especialista.

A escolha da vacina deve seguir as recomendações de órgãos sanitários e regulatórios, assim como a disponibilidade local.

 

Oncológicos, transplantados e imunossuprimidos:

A eficácia e segurança das vacinas covid-19 não foram avaliadas nessa população.

No entanto, considerando a plataforma em questão (vetor viral não replicante e vírus inativado) é improvável que exista risco aumentado de eventos adversos.

A avaliação de risco benefício e a decisão referente à vacinação deverá ser realizada pelo paciente em conjunto com o médico assistente, sendo que a vacinação somente deverá ser realizada com prescrição médica.

 

Pacientes vivendo com HIV/Aids

Dados recentes de estudos conduzidos nos Estados Unidos da América e nos continentes europeu e africano têm demonstrado piores desfechos entre as pessoas vivendo com HIV/Aids (PVHA) com doença causada pelo SARS-CoV-2 quando comparadas à população não infectada pelo HIV.

A maior concentração de novo diagnóstico de infecção pelo HIV entre jovens (ainda em processo de controle de infecção), a maior prevalência de comorbidades e de múltiplas comorbidades entre PVHA, se comparados à população geral, cerca de 50% das PVHA em seguimento nos serviços pertencentes à faixa etária acima de 50 anos e imunossenescência associada ao HIV acabam contribuindo para que a maioria desta população esteja sob-risco acrescido para a ocorrência de complicações relacionadas à covid- 19.

Tanto a vacina Oxford-AstraZeneca quanto a Butantan-CoronaVac não possuem vírus vivos ou atenuados em sua composição.

A primeira utiliza vetor viral (adenovírus) não replicante de chimpanzé, que carreia apenas o gene de uma proteína do coronavírus e a segunda vírus inativado (morto) entre os seus componentes.

Deste modo, não há restrição ao seu uso em pessoas vivendo com HIV/Aids (PVHA), independentemente do valor do CD4.

Outro ponto importante, é que os estudos destas vacinas incluíram PVHA entre os voluntários participantes e se mostraram seguras para toda a população estudada, não havendo registro de eventos graves relacionados a elas.

Deste modo, orientamos que todas as PVHA selam imunizadas contra a COVID-19, seguindo os critérios/cronogramas estabelecidos pêlos Planos Nacional, Estadual e Municipal de Imunização.

 

Contraindicações

Hipersensibilidade grave (anafilaxia prévia) ao princípio ativo ou a qualquer dos excipientes da vacina;

Para aquelas pessoas que já apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose anterior de uma vacina covid-19.

Doação de sangue
Inaptidão temporária para doação de sangue e componentes associada ao uso de vacinas:
– Sinovac/Butantan: 48 horas após cada dose.
– AstraZeneca/Fiocruz: 7 dias após cada dose.

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