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Wellington Aleixo

Prof. Dr. Wellington Aleixo : Mentor | Carreira | Negócios
Apresentador TV Polo | Dr. em Eng. da Produção e Bacharel em Administração

24 de abril de 2026

O prazo chegou. E agora, quem está realmente pronto para proteger pessoas, sustentar carreiras e fortalecer o negócio?

 | Jornal Acontece

Faltam menos de 50 dias.

 

O tempo é curto. O impacto, grande. E a sensação no mercado é clara: muita gente ainda não entendeu o tamanho do que está por vir.

A nova NR-1 não é apenas mais uma exigência. Ela mexe onde muitas empresas evitam olhar: comportamento, cultura e liderança.

Pela primeira vez, os riscos psicossociais entram oficialmente na gestão. E isso muda tudo.

Porque não se trata mais de preencher documentos.
Trata-se de entender o que está acontecendo com as pessoas dentro das organizações.

E os sinais já estavam aí.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), os transtornos relacionados ao trabalho estão entre as principais causas de afastamento no mundo. No Brasil, o aumento dos casos de burnout só confirma: o problema não é novo apenas foi ignorado por tempo demais.

Agora, virou norma.

E o mercado? Ainda tentando “se adequar”.

O erro mais comum é tratar a NR-1 como um checklist técnico. Algo que pode ser resolvido com um relatório, um treinamento pontual ou uma política interna.

Não pode.

Porque o desafio não é técnico. É estrutural.

Lideranças despreparadas.
RH sobrecarregado.
Ambientes que ainda operam na base da pressão, não da consciência.

O resultado já começa a aparecer: ações desconectadas, baixa efetividade e o clássico “cumprir para constar”.

Enquanto isso, uma outra força avança silenciosa, mas decisiva: as pessoas.

Hoje, elas percebem, questionam e reagem. E quando o ambiente não sustenta, o impacto vem rápido: queda de engajamento, aumento de turnover e perda de performance.

Não é sobre norma.
É sobre negócio.

As empresas que estão avançando entenderam isso cedo. Não estão correndo contra o prazo estão reposicionando a forma de gerir.

Investem em diagnóstico real, escuta estruturada e preparo de liderança. Integram áreas. Conectam estratégia com gente.

O resto ainda discute por onde começar.

No fim, a NR-1 não é só uma obrigação.
É um divisor.

Entre quem vai apenas cumprir…
E quem vai usar esse momento para evoluir.

O prazo já está correndo.
A pergunta é simples e incômoda:

 

Sua empresa está se adequando… ou apenas tentando acompanhar?

Conte comigo neste processo.

 

 

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